Inteligência artificial (IA), direitos autorais e os riscos para pequenos empreendedores
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Resumen
A inserção crescente da inteligência artificial (IA) nos processos criativos tem gerado debates sobre autoria, originalidade e responsabilidade jurídica, especialmente entre pequenos empreendedores brasileiros. Este artigo busca esclarecer os riscos e cuidados no uso de IA na produção de conteúdos autorais, oferecendo orientações essenciais para proteger marcas, produtos e integridade legal em um ambiente digital em constante evolução. Nos últimos anos, houve uma reconfiguração do conceito de autoria, particularmente na produção cultural e fonográfica, onde a tecnologia digital permitiu que produtores independentes desempenhassem múltiplos papéis, alterando a forma como se compreende a autoria e o empreendedorismo na música. Essa transformação se intensifica com a IA, que automatiza processos criativos e levanta questões sobre a legitimidade da autoria de uma obra. O impacto da IA também se observa no design autoral, onde empreendedores enfrentam desafios na proteção de suas criações. Leitão (2023) ressalta que a constante atualização tecnológica exige conhecimento técnico e jurídico para garantir a originalidade das peças produzidas. Embora a IA otimize processos, seu uso indiscriminado pode gerar conflitos de direitos autorais. Diante desse cenário, torna-se essencial adotar práticas preventivas para evitar litígios e garantir a autenticidade do empreendimento. A responsabilidade no uso da IA é um fator decisivo para a sustentabilidade dos negócios criativos, pois a violação de direitos autorais pode comprometer a reputação e a viabilidade das iniciativas empreendedoras.
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